Terapia imunobiológica subcutânea (por sessão) ambulatorial
Tabela 22 · Procedimentos clínicos ambulatoriais e hospitalares · 2.01.04.42-1
Sobre o procedimento
A terapia imunobiológica subcutânea ambulatorial, contada por sessão, injeta um medicamento biológico no tecido sob a pele. O adalimumabe, anticorpo monoclonal que bloqueia o TNF-alfa, ilustra o gesto. A solução vem em seringa, caneta ou frasco e entra sob a pele. A primeira aplicação costuma ocorrer no consultório. Cada encontro em que essa injeção é feita no ambulatório vale uma sessão, ainda que o intervalo entre elas mude conforme o fármaco.
A via é subcutânea, não a veia da imunobiológica intravenosa e não o músculo. Não há fotossensibilizante nem luz, como na terapia fotodinâmica, nem bobina no couro cabeludo. Não é comprimido antineoplásico, nem bomba de pressão negativa na ferida, nem o esquema preventivo da migrânea crônica, nem a injeção de imunoprofilaxia contra o vírus sincicial respiratório.
Texto explicativo do Clinicar.
Dados do termo
- Código
- 20104421
- Tabela TISS
- 22 · Procedimentos
- Capítulo
- 2 · Procedimentos clínicos ambulatoriais e hospitalares
- Grupo
- 2.01
- Início de vigência
- 01/12/2013
- Fim de vigência
- Sem data de fim
- Versão
- Padrão TISS 202609
Fonte: códigos TUSS da ANS, consultados via Farmabook. A existência do código não determina cobertura ou preço. Explorar o catálogo da Tabela 22.