Imunofenotipagem para doença residual mínima (*)
Tabela 22 · Procedimentos diagnósticos e terapêuticos · 4.03.04.70-1
Sobre o procedimento
A imunofenotipagem para doença residual mínima procura, por citometria de fluxo, células neoplásicas que a morfologia já não conta. A amostra, em geral medula óssea, é marcada com anticorpos monoclonais ligados a fluorocromos. O citômetro lê, célula a célula, tamanho, complexidade e antígenos de membrana ou de citoplasma. O painel usa o fenótipo associado à leucemia, ou o desvio em relação à maturação normal, e adquire muitos eventos para enxergar populações muito pequenas.
O estudo é de seguimento, quando a linhagem e o fenótipo aberrante já são conhecidos. Não classifica a leucemia aguda no momento do diagnóstico, não caracteriza linfoma não Hodgkin nem síndrome linfoproliferativa crônica, não pesquisa o clone da hemoglobinúria paroxística noturna e não conta as subpopulações do perfil imune.
Texto explicativo do Clinicar.
Dados do termo
- Código
- 40304701
- Tabela TISS
- 22 · Procedimentos
- Capítulo
- 4 · Procedimentos diagnósticos e terapêuticos
- Grupo
- 4.03
- Início de vigência
- 13/02/2009
- Fim de vigência
- Sem data de fim
- Versão
- Padrão TISS 202609
Fonte: códigos TUSS da ANS, consultados via Farmabook. A existência do código não determina cobertura ou preço. Explorar o catálogo da Tabela 22.